Compliance corporativo: pilares e implementação na prática
Entenda o que é compliance corporativo, quais são seus pilares essenciais e como implantar um programa efetivo, alinhado a leis como LGPD, anticorrupção e normas de mercado.
Conheça as principais boas práticas em segurança digital para pessoas e empresas: senhas, autenticação, backups, dispositivos, nuvem, privacidade e cultura de segurança.
Boas práticas em Segurança Digital: proteja seus dados no dia a dia
A nossa vida – pessoal e profissional – está cada vez mais conectada: trabalho remoto, serviços em nuvem, redes sociais, aplicativos bancários, contratos digitais, sistemas corporativos, dispositivos móveis e IoT. Essa conexão traz conforto e produtividade, mas também amplia a superfície de ataque para golpes, vazamentos e fraudes.
Segurança digital não é mais um tema “só de TI”. É uma responsabilidade compartilhada entre pessoas, empresas e fornecedores de tecnologia. A boa notícia é que muitas ameaças podem ser mitigadas com boas práticas simples e consistentes, aplicadas no dia a dia.
Neste artigo, vamos abordar:
Segurança digital é o conjunto de medidas técnicas e comportamentais para proteger:
Isso se aplica a tudo: e-mails, arquivos, aplicativos, redes, dispositivos, bancos de dados, sistemas internos e serviços em nuvem. Segurança digital não é um “produto”, e sim uma combinação de tecnologia, processos e comportamento.
Grande parte dos incidentes começa por credenciais fracas ou reutilizadas. Por isso, proteger contas é uma das primeiras prioridades.
Boas práticas para senhas:
Em vez de tentar decorar dezenas de senhas, utilize um gerenciador de senhas. Ele permite:
A única senha que você realmente precisa memorizar é a senha mestra do gerenciador – essa, sim, deve ser muito forte.
Autenticação em dois fatores (MFA) adiciona uma camada extra de proteção. Além da senha, você precisa de:
Mesmo que a senha seja roubada, o criminoso terá dificuldade em acessar sua conta sem o segundo fator.
Processos de “esqueci minha senha” podem ser explorados por golpistas. Boas práticas:
Muitos ataques exploram falhas já conhecidas e corrigidas pelos fabricantes. Quando atualizações não são aplicadas, a porta permanece aberta.
Boas práticas:
Em ambientes corporativos, é importante que a área de TI tenha um processo estruturado de gerenciamento de patches para servidores, estações de trabalho, dispositivos móveis e serviços em nuvem.
Muitos ataques não começam com código malicioso, mas com engenharia social – quando alguém engana o usuário para que ele mesmo faça a ação perigosa.
Phishing é o envio de mensagens que imitam empresas legítimas para roubar senhas, dados ou dinheiro.
Fique atento a:
Quando tiver dúvida, não clique: acesse o site digitando o endereço diretamente no navegador ou entre em contato pelos canais oficiais da empresa.
Antes de inserir dados sensíveis (como senhas ou informações de pagamento):
Mesmo arquivos aparentemente inofensivos podem carregar ameaças. Boas práticas:
Incidentes como ransomware, erros acidentais e falhas de hardware podem causar perda de dados. Além disso, em caso de roubo de dispositivos, os arquivos podem ser acessados por terceiros.
Boas práticas de backup:
A criptografia protege o conteúdo mesmo que alguém obtenha acesso físico ao dispositivo ou ao arquivo.
Criptografia não substitui backups, mas aumenta muito a proteção em casos de roubo, perda ou descarte inadequado de dispositivos.
Conectar-se a qualquer rede disponível pode ser tentador, mas traz riscos.
Quando usar Wi-Fi de aeroportos, cafés, hotéis e ambientes públicos:
Empresas devem oferecer VPN (Virtual Private Network) para que colaboradores acessem sistemas internos por um canal criptografado, mesmo em redes não confiáveis.
Boas práticas:
Além das medidas individuais, organizações precisam estruturar segurança digital como parte da sua gestão.
Políticas ajudam a alinhar expectativas e orientar comportamento. Alguns exemplos:
Nem todos precisam ter acesso a tudo. O princípio do menor privilégio recomenda conceder apenas as permissões estritamente necessárias para que cada pessoa faça seu trabalho.
Logs e trilhas de auditoria são fundamentais para:
Boas práticas incluem:
Pessoas são a primeira linha de defesa – e também o principal alvo de ataques de engenharia social.
Segurança digital está diretamente ligada à proteção de dados pessoais. A LGPD exige que empresas adotem medidas técnicas e administrativas para proteger os dados contra acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas.
Boas práticas de segurança digital ajudam a:
Por outro lado, projetos de privacidade (como mapeamento de dados, revisão de bases legais e políticas de retenção) ajudam a identificar onde concentrar esforços de segurança, evitando que dados desnecessários e sem finalidade clara aumentem o risco.
Para ajudar na prática, use este checklist como guia (pessoal ou corporativo):
Segurança digital não é algo que se resolve com uma única ferramenta ou um treinamento isolado. Ela é construída no dia a dia, a partir de hábitos consistentes, boas decisões e uso inteligente da tecnologia.
Para pessoas, adotar boas práticas de senhas, atualização de dispositivos, cuidado com golpes e backups já faz uma diferença enorme na redução de riscos. Para empresas, a combinação de políticas claras, controles técnicos, monitoramento, treinamento e governança é o caminho para proteger dados, cumprir obrigações legais (como a LGPD) e manter a confiança de clientes e parceiros.
Dica extra: se a sua organização está avançando em governança de dados pessoais e conformidade com LGPD/GDPR, vale integrar as boas práticas de segurança digital com plataformas que ajudem a centralizar cadastros, consentimentos, solicitações de titulares e trilhas de auditoria. Isso transforma segurança em um pilar visível de confiança – para dentro e para fora da empresa.
Entenda o que é compliance corporativo, quais são seus pilares essenciais e como implantar um programa efetivo, alinhado a leis como LGPD, anticorrupção e normas de mercado.
Entenda o que são dados em trânsito, quais riscos eles sofrem em redes e como a criptografia (TLS/HTTPS, VPNs e criptografia ponta a ponta) protege informações sensíveis.
Como a identidade digital é criada, quais são os principais riscos (fraude, roubo de conta, privacidade) e quais soluções atuais podem proteger pessoas e empresas.
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